16.02.2017

5 lições que todos podemos aprender com Moana

Educação dos Pequenos, Mamães & Papais

O horizonte me pede pra ir tão longe, será que vou?  Essa pergunta é a tônica do dilema vivido por Moana, personagem principal do novo filme da Disney.

Vivendo numa ilha com seus pais, Moana é preparada desde pequena para sua grande missão: tornar-se a líder de seu povo. No entanto, seu coração fica dividido entre cumprir a sua missão ou desbravar o horizonte, linha que SEU pai ensinou a jamais ultrapassar. Mas quais lições podemos aprender a partir da história de Moana?

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A nossa psicóloga parceira, Monica Pessanha, listou 5 principais lições para aplicação prática em nossas vidas, e valem para adultos, adolescentes ou crianças. Confiram!

1-Alguns limites foram feitos para serem quebrados:A ilha em que Moana vive proíbe qualquer pessoa de se aventurar passando o recife por causa de seu “grande perigo”. No entanto, quando uma nova doença afeta as culturas e os recursos de sua casa, Moana toma em suas próprias mãos a responsabilidade de encontrar a solução para o problema de sua aldeia. Parece haver uma dose pesada de simbolismo no modo como Moana decide ultrapassar o recife e começar sua aventura. Essa cena pode inspirar-nos a empurrar o que quer que esteja nos segurando – seja o nosso próprio medo de avançar ou daquilo que as outras pessoas possam pensar – ou ainda, o bloqueio emocional provocado por um fracasso anterior. Quando estamos dispostos a ultrapassar os limites dos desafios, nenhum mar tempestivo poderá segura a força do desejo de tudo conseguir.

2-Ter paciência sempre: Paciência é a chave para a felicidade e é possível ver isso em quase todo o filme. Por exemplo, Moana deve desenvolver paciência suficiente para aprender a navegar e a lidar com Maui. É interessante perceber que no início, não há uma relação de confiança entre Maui e Moana. Essa relação teve que ser construída à medida que a paciência também foi desenvolvida. Durante o filme vemos Moana falhar algumas vezes antes que ela finalmente consiga atingir seu objetivo. Talvez esse seja o princípio mais importe para termos dentro de nós: antes de vencermos, vamos falhar. Isso nos torna humildes e fortes.

3-O mundo é uma diversidade cultural: Esta pode ser outra boa lição que Moana oferece. Alguns de nós tendemos a esquecer que existem outras culturas além da nossa e vivemos como se não fosse importante respeitar os outros. Moana respeita e compreende que a diversidade cultural traz mais benefícios para se conseguir a vitória. Durante a jornada de Moana, ela conhece diferentes tipos de pessoas, criaturas e deidades que carregam seu próprio comportamento. Moana, uma princesa polinésia, é um forte protagonista para outras minorias verem e nos lembra que a Terra é compartilhada por muitas culturas diferente. 

4-Ser forte sempre: VOCÊ É MAIS FORTE DO QUE VOCÊ SABE. Na maioria dos filmes da Disney, há uma princesa sendo resgatada. Aí aparece Moana e você tem uma experiência completamente diferente. Em vez de se concentrar na necessidade de ser resgatada. Esse filme dá uma forte mensagem de que você é mais forte do que você sabe.Moana tem muita força interior. Somos capazes de vê-la realmente lutar com os medos e conflitos mais internos. Não há um príncipe vindo ao resgate. Sem estragar nada, vou dizer-lhe que há uma bela mensagem aqui sobre encontrar sua força e superar circunstâncias difíceis.

5-Conhecer seu propósito de vida: “Aqui sempre, sempre à beira da água desde  quando eu me lembro, não consigo explicar, tento não causar nenhuma mágoa, mas sempre volto pra água” Nesse início da música que se chama Quem Sou, fica claro o fato de que todos temos um propósito. O de Moana era ultrapassar os recifes e salvar sua cultura. Ela sabia quem eram seus ancestrais e que seus descentes precisavam da força para sobrepujar os desafios. Saber quem somos e qual é nossa missão de vida, ajuda a olhar para além do horizonte sem medo dos monstros. Mas se você ainda não sabe qual é seu propósito de vida, vale pensar no que mais você gosta de fazer. Nosso propósito de vida quase sempre está relacionado àquilo que gostamos de fazer.

 

Mônica Pessanha é psicoterapeuta de crianças e adolescentes, mãe da Mel, uma menina que adora desenhar, mantenedora das Brincadeiras Afetivas (Oficina terapêutica entre mães e filhos(as) – www.facebook.com/brincadeirasafetivas
Atende no Morumbi – SP – monicatpessanha@hotmail.com / (11)965126887 e (11)37215430 – Orientação e aconselhamento para pais por Skype.

13.02.2017

Adoção: Saiba quais são as orientações para adotar uma criança

Mamães & Papais

Dúvidas sobre o processo de adoção? Fizemos uma pesquisa com as principais perguntas e respostas do assunto.

Se você tem vontade de adotar uma criança, o primeiro passou é ir até a Vara da Infância da sua cidade para se inscrever como candidato a adoção.

O processo de adoção é gratuito e o tempo de espera varia muito, dependendo do perfil de criança desejada.

Vejam abaixo as principais dúvidas e respostas!

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Quais são os procedimentos necessários para adoção?
Os pretendentes devem comparecer a uma Vara da Infância e da Juventude com RG e comprovante de residência.
Eles serão encaminhados ao setor técnico para estudos sociais e psicológicos. Parecer do Ministério Público e decisão do Juiz da Comarca. Deferido a habilitação será expedida a Certidão de Habilitação à adoção. Os habilitados serão registrados em cadastro e aguardarão a indicação de criança e ou adolescente.

Quem pode adotar?
Os solteiros, viúvos, separados judicialmente, divorciados e casados, maiores de 18 anos, que sejam 16 anos mais velhos que os adotados. Um cônjuge ou companheiro pode adotar o filho do outro.

É possível registrar como filho uma criança nascida de outra pessoa?
Não. Essa conduta é ilegal, constitui crime, previsto no Código Penal e, descoberta, provocará o cancelamento do registro. O que se deve proceder é a adoção, por meio dos Juizados, com o que não haverá risco de perder a criança / adolescente nem mesmo para os pais biológicos.

Filhos adotivos dão mais problemas que filhos biológicos?
Não. Estudos e pesquisas mostram que os problemas de famílias adotivas e biológicas são os mesmos. O certo é que a paternidade / maternidade exige uma preparação, uma doação verdadeira, e toda a criança / adolescente que é criada em ambiente saudável, com afeto, aceitação, segurança, educação, respeito e compreensão, tem condições de tornar-se um adulto equilibrado e feliz, seja ele biológico ou adotivo.

A criança / adolescente deve saber que é adotada?
Sim e quem deve lhes revelar essa condição são os próprios pais, de forma natural e verdadeira, o mais cedo possível. É um direito seu conhecer a história de sua vida, a revelação irá gerar confiança nos pais adotivos e trará mais segurança em relação à adoção.

Os estrangeiros, residentes em outros países, podem adotar crianças / adolescentes brasileiros?
Sim, podem adotar, quando não existam famílias brasileiras que queiram adotá-los, pois há uma preferência legal para os nacionais. O procedimento para consegui-lo é diferente, têm de trazer documentação do país onde estejam domiciliados, declaração das autoridades daquele país de que darão ao adotado a sua nacionalidade e requerer inicialmente a habilitação nas Comissões Estaduais Judiciárias de Adoção – CEJA’s ou CEJAI’s.

Qual a renda necessária para adotar uma criança?
Não existe uma definição legal de renda mínima para a adoção, qualquer pessoa pode se inscrever na fila de adoção independente de sua renda.

A equipe técnica da Vara da Infância poderá verificar se o candidato tem condições de cuidar de uma criança, isso inclui renda, espaço físico na casa e até mesmo tempo disponível para as tarefas que a criança trará, como levar a escola a ao médico quando necessário.

É importante levar em consideração que ter um filho não é tão simples. Mesmo que existem recursos que possam economizar tempo (babás) ou dinheiro (escolas públicas), uma criança sempre exige muito tempo e dinheiro.

Embora uma criança ocupe pouco espaço e suas roupas sejam pequenas, a despesa com comida, roupas e médico pode equivaler a um adulto. Até mesmo ultrapassar essas despesas. É como ter mais um adulto em casa que não trabalha e não ajuda nas tarefas de casa.

É preciso pensar bastante.

Conheço uma criança que está no abrigo. Posso adota-la?
Estar no abrigo não significa estar abandonada. Muitas crianças vão para os abrigos por problemas em suas famílias, mas voltarão para casa. É dever das Varas da Infância e do Ministério Público acompanhar essas crianças e verificar se as famílias ainda estão visitando as crianças.

Se as famílias não estiverem visitando, deverá ser feita uma investigação e a família poderá perder o “poder familiar”, ou seja, não serão mais os responsáveis pela criança. Neste caso, a criança continua no abrigo e entra para o cadastro de adoção da Vara da Infância.

Então, se você conhece uma criança, precisa ir a Vara da Infância para saber a situação dessa criança. Se ela estiver disponível para a adoção, ela será adotada pelas pessoas cadastradas. As vezes não há ninguém na fila para aquela criança, e por isso ela continua no abrigo.

Algumas crianças tem pouca chance de serem adotadas. Nesse grupo estão os mais velhos, com muitos irmãos e sérios problemas e saúde. Se houver um candidato a adoção, esses processos podem ser acelerados.

(Fontes: quintaldeana.org e portaldaadocao.com.br

02.02.2017

Maternidade Real: Fotógrafa retrata o dia a dia de mães e filhos

Bebês, Diversão, Mamães & Papais, Na Web, registros especiais

A fotógrafa canadense Eran Sudds criou um projeto muito legal para registrar mães e filhos em cenas naturais do dia a dia, mesmo em dias caóticos e exaustivos. Ela estava cansada de ver tanta foto mostrando uma maternidade perfeita.

Eran foi procurada por mais de 80 mães que quiseram participar do projeto, mas precisou selecionar apenas 12. O resultado abaixo mostra um projeto lindo, com fotos cheias de “imperfeições”. “Eu queria mostrar o que é a maternidade por trás dessa máscara da perfeição, e que todos nós somos realmente semelhantes, mesmo que nossas histórias sejam diferentes.”, disse Eran.

Legal, né?! Vejam as fotos e convidamos todas a compartilhar mais fotos reais usando a hashtag #maternidaderealCM no Instagram para divulgar nossas lindas imperfeições! ;-)

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(Fotos Eran Sudds / Fonte: Hypness)

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