30.01.2017

Ligeiramente Grávida – Fefa (Promovida a Mãe)

Ligeiramente Grávida, To Grávida

No Ligeiramente Grávida de hoje recebemos a Fefa, mãe do Rafael, do Felipe e uma das editoras do blog Promovida a Mãe. Ela sempre sonhou em ser mãe e teve filhos com diferença de menos de 2 anos.

A Fefa dividiu conosco as principais mudanças que sentiu durante cada gravidez e pós parto. Confiram que lindo texto!

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Olá. Meu nome é Fernanda, mas podem me chamar de Fefa. Sou uma das editoras do blog Promovida a Mãe e hoje vou contar para vocês um pouco sobre minha experiência com a maternidade.

Eu sempre sonhei em ser mãe… Quem me conhece sabe que, casando ou não, eu seria mãe de todo jeito!

Casei, e o sonho só ficou mais forte. Após um ano e meio de união engravidei do meu primeiro filho, o Rafael. Demorei quatro “eternos meses” para ficar grávida e quando o exame positivo veio foi o momento mais feliz e anestesiante da minha vida. Poxa, meu maior sonho ia finalmente se realizar. E agora? Agora vou curtir cada segundo! Fui uma grávida muito zen. A TPM foi embora, a calmaria se instalou no meu dia a dia e uma paz tomou conta de mim. Que felicidade. Que momento único.

Certo dia, ao final da gravidez, lembro-me bem de ter ido até a missa, ajoelhei-me e rezei para que meu filho chegasse com saúde. Agradeci com todo meu coração pela graça de poder gerar uma vida. Lágrimas escorriam pelo meu rosto e desciam até um largo sorriso de felicidade. Enquanto acariciava e olhava minha barriga, falei com meu bebê o quanto eu o amava e o agradeci por tê-lo em minha vida. Estava pronta para recebê-lo… E ele chegou, já no dia seguinte, dando um grande susto após um exame de rotina do pré-natal.

O início foi um sufoco. Eu que achava que ia tirar tudo de letra, tive muita dificuldade na amamentação, na adaptação da nova rotina e com a cólica exacerbada do Rafa. Por fim, sem conseguir perceber, fiquei deprimida. Achava que toda aquela dificuldade inicial era comum. Que era normal passar horas e dias sem vontade de tirar o pijama já que tinha madrugado noites a fio. Mesmo minha mãe alertando que eu não escutava ninguém, que precisava ter mais calma e tentar levar as coisas de uma forma mais leve, eu não me permitia…

Mas eu precisava perceber mais, entender mais. A maternidade é um imenso aprendizado!

Quando o primogênito tinha um ano e um mês, a rotina já estava mais tranquila e fiquei grávida do Felipe. A gestação voou! Aquele monte de foto da barriga, dos detalhes do quarto, do enxoval já não faziam parte do meu arquivo pessoal. A caminhada no parque, a yoga para ajudar no momento do parto não foram rotina. Eu tinha um pequeno pra cuidar, brincar e me ocupar. Comecei a me culpar pela falta de “atenção” com o bebê que estava por vir. Comecei a achar que seria injusta com ele, com minha entrega, com meu amor. Socorro! Seria possível? Claro que não!

No final de 2012 entrei em trabalho de parto e o Felipe chegou na madrugada seguinte enchendo ainda mais minha vida de amor.

Porque todo aquele sofrimento? Como eu pude achar que não amaria aquele bebê tanto quanto amo o outro? Só vivendo para entender…

É um amor que nasce, renasce e transborda. É transformador!

O Felipe chegou para mostrar como eu precisava levar a maternidade…Tudo ficou leve e do jeitinho que tem que ser.

A experiência de um filho é sensacional. E com todo esse aprendizado posso dizer que o segundo vale ainda mais, tanto para mim quanto para eles.

Pelo amor multiplicado, amizade entre irmãos e diversão garantida!fefa_promovidaamae

04.01.2017

Ligeiramente Grávida – Luciana

Ligeiramente Grávida, To Grávida

O “Ligeiramente Grávida” de hoje é com a Luciana. Ela é daquelas mulheres ligadas no 220v, vive a mil por hora em tudo que faz (e isso inclui as emoções). Apesar de sempre ter sido louca por crianças, não se imaginava mãe, mas o relógio biológico começou a bater de uma hora para outra.

No texto ela contou pra gente sobre as descobertas na gravidez e os desafios que passou no parto e pós parto. Hoje ela só tem motivos para sorrir junto ao marido, Bernardo, e o filho, Bernardinho, de 3 meses.

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Tentamos uma vez e não conseguimos. Lembro-me da decepção de ver minha menstruação descer já que eu jurava que iria engravidar de primeira… Sei lá.. Menstruação certinha, usando um aplicativo pra controlar o ciclo. Como sou ansiosa ao extremo, não me passou pela cabeça que não seria simples!

Um dia, depois da minha menstruação ter acabado, fui na minha ginecologista em uma consulta de rotina que estava agendada. Cheguei lá e transbordei minha ansiedade nela! Ela? Com toda calma do mundo conversou um tempão comigo, explicou que não era assim que as coisas funcionavam e foi me passando uma segurança e um conforto que eu nem sei como, mas eu fiquei calma.

Aí ela me examinou e descobriu que meu ovário estava maior do que o esperado e isso seria um indicativo de que ou eu iria ovular naqueles próximos dias ou eu não tinha ovulado no mês anterior. Então, ela falou pra eu voltar uma semana depois só pra ver se o ovário tinha diminuído e confirmarmos que meu período fértil não era no meio do ciclo, ele era ansioso que nem eu! Ah sim! E nessa semana era pra eu ir à farra com meu marido.. E eu fui!  Passado esse tempo, eu voltei ao consultório e era exatamente isso: meu período fértil começava quando acabava minha menstruação. E nesse mesmo ciclo da descoberta, em novembro, eu engravidei.

Foram 39 semanas muito agradáveis. Tive pouca preocupação. Uma falta de ferro aqui, um útero irritável ali – essa parte do útero irritável foi chatinha mesmo, precisei ficar de repouso. Mas foi aí que a madrugada do dia 10/08/2016 chegou, mais precisamente 04h30 da manhã, e eu entrei no famoso (desconhecido até então) pródromo onde comecei a sentir umas contrações que me tiravam da zona de conforto. Perdi o tampão também, logo cedo! Por orientação da minha médica, fui para o hospital e só tinha 2cm de dilatação. Voltei pra casa! A noite do próprio dia 10, minha médica me ligou e disse que estava no hospital e eu fui lá pra ela me examinar. Os mesmos 2cm de dilatação. Voltei pra casa decepcionada e sem aguentar mais aquela dor que não era A dor.

Eis que nessa madrugada as contrações aumentaram de intensidade absurdamente. Lembro que eram 1h30 da manhã e eu já estava chorando de dor… Não queria voltar ao hospital a toa e sabe-se lá como, minha ansiedade da vida tinha ido embora, me bateu uma calma e eu fui pro sofá da sala pra não acordar meu marido com meu choro (oi? Sim! Eu fiz isso). Comecei a monitorar o ritmo das contrações. E aí fiquei lá na sala, chorando e sentindo uma dor absurda que eu jurava que ainda não era do trabalho de parto! Quando deu 03h da manhã, eu nunca vou me esquecer!!! A minha santa médica, me manda uma msg no whatsapp: “como você está? Acordei pensando em você!” Eram 03h da manhã e minha médica estava perguntando como eu estava! Aloooow!!! Me fala quem faz isso hoje em dia porque eu nunca tinha visto algo assim até então!! Ela não é só uma médica, é um anjo-médico meu Deus!!! Bom, acordei meu marido e fomos para o hospital! Dessa vez era a hora do Bernardinho nascer! Cheguei lá cheia de dor e estava com 4cm de dilatação! Eram 6h da manhã quando fomos pra banheira, fiquei um tempo e vimos que eu estava dilatando super bem. 08h20 e eu já tinha dilatação total! O ponto foi que meu filho não quis nascer de parto normal, ele escolheu cesárea! Depois de 2 horas no período expulsivo, ele optou por essa maneira! Estava com 2 voltas do cordão no pescoço que impediam ele de descer.. E depois de 31 horas de esforço, Bernardinho nasceu no dia 11/08/2016! LINDO, saudável e do jeitinho que eu sonhei!!!

Daí, eu tive um outro probleminha… Tive um negócio chamado cefaléia pós raqui e eu fiquei os 10 primeiros dias sem poder levantar da cama. Amamentava deitada e nem fralda cheguei a trocar nesse período. O que somado ao meu ritmo e às emoções do momento, não foi nada fácil. Definitivamente meu pós parto poderia traumatizar muita gente, não eu! Eu tive o melhor apoio que Deus poderia permitir, minha família, minhas amigas, minha médica… E quando as pessoas me perguntam hoje se eu terei o segundo filho, digo com toda convicção: sim, se Deus permitir, eu terei. Simplesmente porque eu nasci pra ser mãe!

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15.12.2016

Ligeiramente Grávida – Regiane

Ligeiramente Grávida, To Grávida

No “Ligeiramente Grávida” de hoje recebemos a Regiane, mãe do Luis Filippi e redatora no Gestação Bebê. Ela contou para gente como foi a decisão de engravidar, a emoção da confirmação da gravidez e toda sua experiência até o parto.

Confiram!

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Meu sonho nunca foi ser mãe, mas depois que me tornei a titia da Maria Clara me apaixonei completamente por aquele pedacinho de gente, não conseguia pensar em outra coisa que não fosse ter um bebê.

Na época eu estava solteira, porém a vontade de ser mãe era tão grande que no momento não pensei tanto no futuro, apenas queria ter o meu bebê, então decidi engravidar. Quando vi os dois tracinhos no teste de farmácia eu me senti a mulher mais feliz do mundo, foi uma emoção inexplicável! Logo no dia seguinte corri para fazer o exame de sangue, no mesmo dia já vi que realmente estava grávida, a minha primeira reação foi contar para as pessoas mais especiais da minha vida.

Algumas pessoas não acreditaram, principalmente minha mãe, afinal eu resolvi engravidar de forma independente, seria mãe solteira, o que a colocaria no cargo de minha “assistente”, rs. Não foi fácil aceitar, mas logo ela amou a notícia, e enfim podíamos comemorar juntas! O primeiro passo foi procurar meu médico para acompanharmos nossa gestação da forma mais certinha, afinal, mamães de primeira viagem costumam ficar desesperadas com cada fase, e eu não seria diferente. Mil coisas passavam por minha mente: Será que eu vou ficar enjoada? Será que vou engordar muito? Será que vou ficar inchada? Qual nome escolher? São mais de mil perguntas que rondam a cabeça de uma gestante em menos de 1 semana de gravidez.

O primeiro ultrassom foi um momento muito especial, ouvir pela primeira vez o coração do meu bebê batendo foi algo que nunca vou esquecer. Pude sentir como é perfeito o dom da vida e entender o elo mais lindo que pode existir, ser mãe seria incrível! Ao longo dos meses acompanhar o crescimento e desenvolvimento dele me fez sentir cada dia mais ansiosa. Logo descobri que era um menino, ele começava a se mexer na minha barriga e eu nunca senti nada que fosse desconfortável ou me fizesse sentir dor. E foi assim até eu marcar meu parto, ao contrário do que a maioria das grávidas passam, eu não tive complicações. Nunca enjoei, não senti dor, engordei apenas12kg e pude trabalhar até o dia do meu parto.

Minha gestação foi muito tranquila e feliz, tive o prazer de aproveitar ao máximo cada fase da minha gravidez, e amei cada cuidado que recebi das pessoas a minha volta, cada carinho, cada presente, cada gesto de amor!

Hoje meu gatinho Luís Fillipi já tem 6 aninhos, e já me sinto preparada para uma próxima gestação, quero muito ser mãe outra vez. Sei que cada gravidez é de uma forma diferente, e em breve poderei contar uma nova experiência!luis_filippi

regiane

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