11.10.2017

A importância da rotina para crianças

Educação dos Pequenos, Mamães & Papais

Vocês se perguntam se existe um tipo de mágica que podemos usar para melhorar a dinâmica do dia a dia com os pequenos? Se você já pensou nisso, mas acha que a fórmula mágica não existe, você está enganado ou enganada! Tem um ingrediente muito importante para crianças até os sete anos de idade: a ROTINA.

Conversamos com a nossa parceira e psicoterapeuta infantil Mônica Pessanha sobre o assunto e ela fez um texto super interessante com dicas para a rotina dos nossos filhos.

Ter uma rotina pode parecer simples, e de fato é! Mas o desenvolvimento de seu próprio ritual familiar dará à sua criança consistência e segurança no lar, bem como prepara-las para obter bons hábitos para a vida. No mundo imerso numa “epidemia de ansiedade” a previsibilidade e a familiaridade que vem com a rotina oferecem o “espaço seguro” perfeito que as crianças precisam. É verdade que a escola já oferece uma forma de rotina, com cada dia também sendo preenchido com incertezas. No entanto, uma rotina consistente na casa terá variáveis muito menores, para que seus filhos possam relaxar sabendo o que esperar.

O que mais temos que nos lembrar ou levar em consideração quando falamos em rotina? Listei 4 coisas que você deve ter em mente sempre que pensar em rotina.

1. A rotina ajuda a lidar com mudanças. A rotina também pode ajudar bastante em tempos de mudanças para as crianças, em especial quando tais mudanças estão relacionadas ao divórcio. Com todas as mudanças que vêm com uma separação, a consistência que você incorpora na situação ajudará seus filhos a se sentirem seguros e saber o que esperar.

2. Podemos estabelecer bons hábitos por meio da rotina. Além de ajudar as crianças sentirem-se mais seguras, a rotina ajuda bastante no desenvolvimento de bons hábitos. É preciso lembrar nesse caso que, alguns bons hábitos já estarão presentes na sua rotina familiar – como horários de refeições e horários de sono. Uma das maneiras mais fáceis de ajudar as crianças a adquirirem novos hábitos é adicioná-los a outros rituais que já estão em vigor. Assim, independentemente dos hábitos que você gostaria de adicionar à rotina do seu filho, enquadre-os em torno dos que já estão lá.

Por exemplo, se você quiser que eles comecem a limpar seu quarto uma vez por dia, torne esse um ritual antes da hora do jantar. Se você quiser que a leitura faça parte da rotina diária, incorpore-a antes da hora de ir dormir.

3. Bons e novos hábitos necessitam de prática regular. Ao acrescentar um novo hábito na rotina de seu filho, persista com ele. Faça com que esse novo hábito, seja simples, divirta-se e não adicione muitas atividades novas à sua rotina ao mesmo tempo. É muito mais fácil se comprometer com uma nova atividade por vez; Adicionando muitas mudanças fará com que você e seu filho estejam menos comprometidos em seguir com a rotina.

4. A rotina também ensina e cria fronteiras. A falta de rotina interfira nos limites. Isso ocorre porque os hábitos que acompanham a rotina mostram às crianças que há consequências para seus comportamentos. Por exemplo, talvez parte da rotina seja que a hora de brincar só comece quando a lição de casa estiver pronta ou a sobremesa só será servida depois de comer toda comida.

 

Mônica Pessanha é psicoterapeuta de crianças e adolescentes, mãe da Mel, uma menina que adora desenhar, mantenedora das Br

03.08.2017

5 dicas simples para desenvolver o espírito de gratidão no seu filho

Bebês, Cuidados Diários, Educação dos Pequenos, Mamães & Papais

Como ensinar nossos filhos a terem gratidão?  Vivemos numa sociedade marcada pelo consumismo e pelo individualismo. Estamos sempre sendo convidadas a ter o celular mais novo, os modelos de roupa que estão em alta e por aí vai.

E nossas crianças acabam sendo influenciadas por tudo isso também. Por isso, é importante ajudá-las a desenvolver o atributo da gratidão.

Vejam no texto de hoje 5 dicas simples da psicoterapeuta infantil e parceira do blog, Monica Pessanha, sobre como desenvolver a gratidão nos pequenos.

Entregar-se a esse estilo de vida – o de ter aquilo que é mais recente, e pior, o que muitas vezes nem precisamos – pode gerar um sentimento de frustração e, por sua vez, faz com que deixemos de ser gratos pelo que já temos. Quem acha que isso faz parte apenas do universo adulto está completamente enganado.

Atributos não são necessariamente um dom natural. Eles precisam ser desenvolvidos e como músculos precisam de exercícios. Com certeza, ensinar gratidão para as crianças é um desafio. Até porque as crianças têm uma fase de seu desenvolvimento em que elas são bem egocêntricas. Pensando em te ajudar nesse desafio, preparei 5 dicas para você usar com seu  (a) pequeno(a):

1. Deixe seu filho ajudar com tarefas simples em casa –  Por mais que seja difícil vê-los levar muito tempo para realizar uma tarefa, precisamos deixá-los participar um pouco das tarefas de casa – adequadas para idade de seu filho ou sua filha. A tentação é sempre a de interferir, mas quanto mais você faz por eles, menos eles apreciam seus esforços. Ao participar de tarefas simples como alimentar o cão ou levar os pratos sujos da mesa para a pia , a criança percebe que todas essas tarefas exigem esforço.

2. Incentive a generosidade. O caixa de brinquedo já não fecha e tem os que ele(a) nem mais usa para brincar? Diga que irão fazer uma limpeza e verificar quais são os brinquedos que podem ir para a doação. Deixe que ele(a) participe do processo.

3. Incentive-os a escrever notas de agradecimento. Essa é uma boa maneira de exercitar a gratidão. Os mais novos que ainda não sabem escrever, podem expressar sua gratidão por meio de desenhos.

4. Pratique dizendo Não. É claro que as crianças estão constantemente nos pedido brinquedo, jogos, videogame e doces. Conceder todos os seus pedidos é impedi-las de poder desenvolver o espírito de gratidão. Se temos tudo e a todo momento, como ser gratos pelo que já temos? Dizer não é uma maneira de ajudar a criança a ser grata.

5. POTE da gratidão. Isso é algo que toda a família pode participar. Todos os dias durante 30 dias, cada membro terá que escrever em filetes de papel uma coisa pela qual é grato. Quando completarem a tarefa,  vocês podem se reunir e ler juntos as coisas pelas quais a família é grata.

Ensinar gratidão não é fácil, seja persistente e paciente e lembre-se de sempre ajustar suas expectativas!

Mônica Pessanha é psicoterapeuta de crianças e adolescentes, mãe da Mel, uma menina que adora desenhar, mantenedora das Brincadeiras Afetivas (Oficina terapêutica entre mães e filhos(as) – www.facebook.com/brincadeirasafetivas
Atende no Morumbi – SP – monicatpessanha@hotmail.com / (11)965126887 e (11)37215430 – Orientação e aconselhamento para pais por Skype.

05.06.2017

6 coisas que as crianças precisam para crescerem e se tornarem adultos felizes

Educação dos Pequenos, Mamães & Papais

Conversamos com a psicoterapeuta infantil e parceira do blog, Monica Pessanha, sobre que cuidados devemos ter com nossos filhos para que eles possam crescer seguros e felizes.

Vejam as 6 principais atitudes destacadas por ela, para que na correria do dia a dia a gente não se esqueça da importância deles!

Mother Holding Child

1- Amor e carinho

Você nunca pode estragar uma criança por dar-lhe muito amor. Mostrar carinho ajuda a construir a confiança e auto-estima positiva da criança. Além disso, fortalece seu relacionamento.

2- Falar e ouvir

Falar com crianças e realmente ouvir o que dizem, faz com que se sintam ouvidas e fortalece sua confiança no adulto.

3- Orientação e compreensão

As crianças são mais propensas a cooperar quando compreendem porque queremos que façam algo. Lembre-se de que as explicações claras e simples são as mais eficazes.

4- Um mundo organizado e seguro

Ambientes seguros e solidários proporcionam segurança e reduzem conflitos.

 5- Coerência e conseqüência

Consistência envolve previsibilidade. Desde cedo, as crianças aprendem que uma ação tem consequências.

6- Limites

Regras mantêm as coisas seguras e justas para toda a família. Tais regras precisam ensinar principalmente “o que fazemos” ao invés de “o que não fazemos”. Elas precisam funcionar para todos – os filhos e os pais.

 

Mônica Pessanha é psicoterapeuta de crianças e adolescentes, mãe da Mel, uma menina que adora desenhar, mantenedora das Brincadeiras Afetivas (Oficina terapêutica entre mães e filhos(as) – www.facebook.com/brincadeirasafetivas
Atende no Morumbi – SP – monicatpessanha@hotmail.com / (11)965126887 e (11)37215430 – Orientação e aconselhamento para pais por Skype.

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