24.07.2017

Dormindo de barriga pra cima, brincando de barriga pra baixo

Bebês, Brincadeiras e Passeios, Cuidados Diários, Diversão

Desde 1992, quando a Academia Americana de Pediatria (AAP) lançou uma campanha indicando que a posição ideal para os bebês dormirem é de barriga para cima, os casos anuais de síndromes de morte súbita reduziram pela metade. Essa foi uma grande vitória e hoje essa é uma das principais recomendações dos pediatras!

De forma assistida, quando o bebê estiver acordado, mantê-lo de barriga pra baixo é muito importante para estimular o desenvolvimento motor dos bebês, fortalecendo pescoço e ombros.

De acordo com a recomendação da AAP, desde os primeiros dias em casa os pais devem brincar duas a três vezes ao dia com o recém-nascido de barriga para baixo (sempre com alguém ao lado monitorando) – essa brincadeira também é conhecida como “Tummy time” – “Tempo de barriga” na tradução literal.

Inicialmente, o indicado é começar com 3 a 5 minutos, e com passar dos meses aumentar esse período até chegar a 1 hora por dia.

Happy Laughing Baby Enjoying Her Tummy Time In A White Nursery

Vejam algumas formas de estimular o bebê durante o “Tummy time”:

– Coloque no tapetinho do bebê um brinquedo fora do alcance dele, para que ele tente pegá-lo.

– Faça um círculo de brinquedos em volta do bebê para que ele se sinta atraído e tente alcançar de diferentes formas.

– Insira o tummy time em sua rotina, colocando o bebê de barriga para baixo por 1 minuto toda vez que for trocar sua fralda.

Converse com o pediatra do seu filho sobre quando e por quanto tempo e veja a opinião dele sobre o “Tummy time”.

01.11.2016

Bebê que dorme no quarto dos pais tem menor risco de morte

Bebês, Saúde

baby in her crib

Seu bebê dorme no quarto com você ou no quartinho dele?

A Academia Americana de Pediatria recomendou recentemente que recém-nascidos devem dormir no mesmo quarto que seus pais, mas em seu próprio berço.

O alerta é para reduzir os riscos de mortalidade relacionados com o período de sono, como a síndrome da morte súbita do lactente (SMSL).

Segundo as novas recomendações, com essa prática, o risco de morte cai pela metade. Por isso, pelo menos durante os seis primeiros meses de vida e, se possível, até o bebê completar um ano de idade deve dormir no mesmo quarto, mas num berço próprio, pertinho da cama dos pais.

O relatório da AAP recomenda ainda deitar os bebês de barriga para cima em uma superfície firme no berço, coberta com um lençol esticado, sem cobertores, travesseiros ou bichos de pelúcia que possam cobrí-los e gerar super aquecimento. Estudos mostram que objetos moles são perigosos inclusive para os bebês maiores de quatro meses. E que colocar o bebê para dormir com a barriga para cima reduziu 53% a mortalidade por morte súbita entre 1992 e 2001.

02.05.2016

Pais que dormem mal superestimam as dificuldades de sono dos filhos

Bebês, Cuidados Diários

Baby with mother preparing for napping on bed in bedroom

A Academia Americana de Pediatria (AAP) divulgou recentemente um estudo realizado por pediatras que aponta que a qualidade do sono dos pais afeta diretamente na visão deles a respeito do sono dos filhos (Poor Parental Sleep and the reported sleep quality of their children).

O estudo foi realizado na Finlândia a partir de entrevistas com 100 pais e seus filhos entre 2 e 6 anos. Durante 7 dias eles escreveram um diário sobre o sono e as crianças usaram braceletes no mesmo período. Os dados mostraram que os pais que apresentaram mais problemas para dormir também foram os que relataram que seus filhos tinham mais dificuldade para dormir, mas a leitura dos dados captados nos braceletes mostrou distúrbio insignificante entre essas crianças e as que os pais não relataram problemas no sono.

O estudo concluiu então que pais com problemas para dormir podem fazer relatos enviesados na análise da qualidade do sono dos filhos, e isso deve ser levado em consideração no diagnóstico de pediatras quando tratam crianças com problemas no sono, pois na maioria das vezes o tratamento é baseado no relato dos pais.

Não sei quem já parou para pensar nisso, mas essa relação pode fazer muito sentido principalmente quando os pais não tem dificuldade para retornar a dormir após algum episódio noturno dos filhos.

O que vocês acham desse estudo? Faz sentido pra vcs? Concordam?

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