27.07.2016

Novidade! Cheguei ao Mundo para Reserva Mini

Bebês, Bebês com Estilo

cheguei ao mundo_reserva mini2

Hoje é dia de comemorar!!! Estamos muito felizes com essa parceria linda e especial que lançamos hoje com a Reserva Mini!

Desenvolvemos com eles uma coleção que está fofíssima, cheia de t-shirts e bodies divertidos para nossos pequenos e pequenas. São várias peças de 0 a 12 anos pensadas com todo o carinho para vocês!

Lembrando que a coleção já está a venda! Clique aqui para conhecer todas as peças! ;-)

Conte pra gente se gostou e marque os looks dos pequenos no instagram com a hashtag #chegueiaomini! Vamos amar!

26.07.2016

A importância do relacionamento de crianças com idosos

Educação dos Pequenos, Mamães & Papais

Hoje é Dia dos Avós!!

As crianças têm o poder de iluminar o ambiente onde se encontram. E para avós e bisavós, que muitas vezes podem estar vivendo situações de perda na fase da chegada dos netos, a felicidade um nascimento traz energia para renovar a vida.

De acordo com estudo publicado na Universidade da Flórida (Developing Intergenerational Relationships), ao redor dos 60 anos nos encontramos na fase final de desenvolvimento emocional e, durante essa fase, as pessoas buscam encontrar sentido na vida e nas experiências vividas. E o relacionamento com gerações mais novas ajuda os idosos a se sentirem completos e revigorados. Interessante, né? O estudo levanta ainda 9 benefícios dessas relações. Confiram:

Grandmother Reading Book To Grandchildren Outdoors

1) Oportunidade de aprendizado para ambos;

2) Dar a criança e ao idoso um senso de propósito;

3) Ajuda a criança a entender e mais tarde aceitar sua própria idade;

4) Ajuda a aliviar possíveis medos das crianças em relação ao envelhecimento;

5) Revigora e energiza adultos;

6) Ajuda a reduzir a depressão em idosos;

7) Reduz isolamento de idosos;

8) No caso de crianças que não tem avós próximos, relacionamento com outros idosos pode ajudar a preencher esse vazio;

9) Ajuda a manter histórias de família vivas, passadas de geração em geração.

Para incentivar esse relacionamento lindo entre crianças e avós e colher esse benefício imensurável do amor entre gerações, listamos uma série de atividades que podem ser feitas em conjunto.

É possível aplicar as ideias dentro da família, mas a relação é importante independente do grau de parentesco: amigos, vizinhos e pessoas próximas de forma geral podem acrescentar muito aos nossos filhos, e eles estarão dando bastante em troca nessa bonita relação.

  • Contação de histórias
  • Ensinar habilidades: ensinar a pescar, cozinhar, fazer croche, cuidar de plantas e animais, há uma série de atividades onde as crianças podem ficar fascinadas com os novos aprendizados.
  • Ler um para o outro: cada um pode escolher uma história que goste e ler para o outro.
  • Preparar uma refeição juntos: crianças costumam adorar ajudar a fazer comidinhas, bolos e doces.
  • Elaborar uma árvore da família: avós amam contar lembranças da família e crianças têm bastante curiosidade sobre o assunto.

 

25.07.2016

6 dicas para ajudar seu filho a parar de chupar o dedo

Bebês, Cuidados Diários

Hoje tem um post super importante sobre o ato de chupar o dedo com 6 ótimas dicas para ajudar o seu pequeno a acabar com esse hábito.

Segundo a nossa parceira e pediatra Dra. Danielle Negri chupar o dedo é um ato instintivo no bebê. É um comportamento natural que prepara-o para a amamentação, fortalecendo os músculos que serão exigidos durante as mamadas e isso tem início ainda dentro do útero. Além disso, com o dedo na boca a criança vai explorando o corpo e se reconhecendo. 

Mas e se a criança não para? Quando ela deve ser incentivada a tirar o dedo da boca? Faz mal para os dentes? Confiram várias dicas no post de hoje!

Portrait of a cute 3 months baby lying down on a blanket

Durante a fase oral, em que o bebê está descobrindo o mundo através de sua boca, é normal que ele leve os dedos à boca, o que não deve causar apreensão nos pais, pois em geral o hábito é abandonado sem esforço quando o bebê atinge um ano e meio e entra em uma outra etapa de desenvolvimento, com outros interesses.

O hábito pode durar certo tempo, e os problemas só aparecem quando este gesto se torna frequente e se estende para além do primeiro ano de idade.

Quando chupar o dedo se torna uma mania, um gesto automático, pode-se substituir o dedo por outra forma de conforto emocional, dependendo da dinâmica familiar e das preferências da criança. A sensação de conforto acalma a criança, que passa a relacionar a sucção com um estado de segurança e aconchego.

Apesar de natural, chupar o dedo pode gerar problemas fisiológicos, estéticos, emocionais e até de convivência em sociedade.

Nos casos de um comportamento ansioso, antes de retirar o hábito de chupar o dedo, deve-se diagnosticar e solucionar a causa da ansiedade.

Chupar o dedo pode ser sintoma de dificuldade para enfrentar uma situação nova. É comum, por exemplo, que uma criança que não chupava mais o dedo, retome o gesto com o nascimento de um irmão.

A criança maior, que ainda chupa o dedo, também pode ser excluída do grupo pelo comportamento infantilizado, já que o gesto de chupar o dedo pode ser caracterizado como uma “atitude de bebês”.

O MOMENTO DE PARAR

Não existe uma idade certa para a criança parar de chupar o dedo, mas o ideal é que persista apenas até o primeiro ano de vida.

Quando vai muito além desta idade, pode provocar atrasos e alterações de fala, atraso do desenvolvimento e amadurecimento da mastigação e deglutição e de posição dos lábios, causando respiração oral ou mista, e até mesmo problemas na aceitação de determinados alimentos. Neste caso, é necessário o auxílio de psicólogo, fonoaudiólogo e dentista.

Para os dentistas, o período de sucção não nutritiva é tolerado até os 4 anos de idade, quando é possível constatar má oclusões (desvio do fechamento normal da boca).

A má oclusão pode interferir nas funções de respiração, deglutição, mastigação e fala, casos em que a fonoaudióloga poderá intervir.
Os fonoaudiólogos dizem que a dedicação dos pais e cuidadores é fundamental para a criança parar de chupar o dedo. Normalmente, são recomendadas manobras para fazer em casa, como envolver o dedo com materiais como fita adesiva, fita crepe, ou esparadrapo/micropore; desenhar personagens na pontinha do dedo ou na unha da criança; nas meninas apelar para a vaidade, pintando as unhas.

É possível também substituir o dedo por outro objeto, mas nunca utilizar métodos agressivos e inócuos como passar pimenta no dedo, ou outras substâncias de sabores odiosos.

QUEM PODE AJUDAR

Caso a criança tenha mais de um ano e dificuldades para deixar de chupar o dedo, é importante procurar seu pediatra para fazer uma análise de todo o quadro emocional e familiar e receber as orientações e, se necessário, ele irá acionar uma equipe multidisciplinar.

Chupar o dedo pode ser um elemento de transição, da sucção para mastigação.

O trabalho na terapia fonoaudiológica envolve a conscientização da criança e a mudança de posturas e formas de respirar, mastigar, deglutir e falar.

O tempo do tratamento depende de cada criança e do seu núcleo familiar, e também do diagnóstico que estabeleça o possível motivo do hábito. Em casos que envolvam o emocional, é importante contar também com um psicólogo que poderá trabalhar simultaneamente com os demais profissionais. Inclusive com um ortodontista, caso a criança já esteja com problemas no posicionamento das arcadas dentárias.

DICAS PARA AJUDAR NO PROCESSO:

1)Observe o hábito durante à noite
Os pais podem tentar desencorajá-lo retirando o dedo do bebê durante o sono. Quando a criança fica maior e continua sugando o dedo, pode fazer isso por puro prazer ou até para ter uma sensação de acolhimento ou simplesmente para adormecer

2)Ocupe as mãos da criança
Quando a criança se concentra em atividades com as mãos, a necessidade de chupar o dedo é deixada de lado. Portanto, dar a ele brincadeiras que o distraiam, ocupem sua mente e também suas mãos, pode ajudar a criança a largar o hábito.

3)Procure as motivações da criança
Muitas vezes o ato de chupar o dedo é uma forma de seu filho se sentir reconfortado. Algumas crianças têm o hábito de chupar dedos por ansiedade ou insegurança. Carinho e atenção são as melhores formas de libertá-la desses sentimentos. Nessas horas, deve-se observar em que momentos a criança recorre a esse hábito e conversar com ela sobre essas situações, tentando entender por que elas causam esse tipo de emoção e explicando que ela não precisa ficar nervosa ou temerosa.

4)Brigar não é a melhor opção
Chamar atenção para o fato com punições somente piora o quadro. A firmeza dos pais com relação a hábitos é o que mais produz resultados.

5)Negocie horários e momentos
A negociação é muito efetiva e funciona bem com crianças acima de 18 meses quando já existe uma capacidade maior de compreensão.mas não com todos. Construir com a criança um calendário desenhado e marcar com estrelinhas cada dia passado sem chupar dedo muitas vezes funciona. Porém, caso a criança não alcance o resultado desejado, é importante que os pais insistam e não demonstrem frustração para que a ansiedade da criança não aumente e piore ainda mais o quadro.

6) Troque por uma chupeta
É mais anatômica, causando menos males à boca e aos dentes da criança. O item é polêmico, mas, nesse caso, muitos especialistas concordam que é mais fácil descontinuar o hábito da chupeta do que o do dedo.

O processo pode ser lento e um pouco demorado, mas com carinho, paciência e muito amor, a criança fará suas conquistas para sentir-se uma criança segura e feliz com suas novas aquisições.

 

Dra. Danielle Negri é Pediatra/Neonatologista – Médica Supervisora UTI Neonatal Perinatal Barra
Consultório – (21) 2512-8409
daninegri@perinatal.com.br – www.daniellenegri.com.br

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