23.06.2016

8 mitos sobre a amamentação

Bebês, Saúde

Existe leite fraco? Amamentar é doloroso? São tantos os mitos sobre a amamentação… E o mais crítico é que eles vão sendo passados adiante pelas pessoas e acabam confundindo muito as mães.

Por isso, conversamos com a nossa parceira e obstetra Dra. Viviane Monteiro para entender quais são os principais mitos que tanto escutamos por ai. Confiram!

little baby sucking breast mother with open eyes

1) EXISTE LEITE FRACO 

Mito. Não existe leite fraco. Existem mudanças na composição do leite materno dependendo do período do aleitamento.

2) CRIANÇAS COM DIARREIA NÃO PODEM SER AMAMENTADAS 

Mito. Crianças com diarreia devem ser amamentadas sim, mas a avaliação de um pediatra é indispensável.

3) MULHERES QUE NÃO AMAMENTARAM O PRIMEIRO FILHO NÃO VÃO AMAMENTAR O SEGUNDO 

Mito. O importante é avaliar o motivo anterior: mamilo plano, parto prematuro, estresse, desconforto, alguma malformação do bebê, medicação, infecção, cirurgias…

4) MULHERES COM MAMILO PLANO NÃO CONSEGUEM AMAMENTAR 

Mito. Mulheres com mamilo plano podem ter mais dificuldade com a amamentação, porém orientação adequada e estímulo correto podem tornar o aleitamento um sucesso.

5) AMAMENTAR É DOLOROSO 

Mito. Amamentar deve ser prazeroso. Quando a mulher sente dor, deve-se avaliar se a pega está correta ou se existe alguma outra coisa, por exemplo mastite.

6) LAVAR OS MAMILOS ANTES DE AMAMENTAR É NECESSÁRIO

Mito. Não é necessário lavar os mamilos antes de amamentar. Deve-se lavar apenas os utensílios, pois podem ser uma fonte de infecção.

7) AMAMENTAR É CANSATIVO

Mito. Os horário de sono podem ficar um pouco alterados, mas o ato em si não é cansativo.

8) FÓRMULAS SÃO IGUAIS AO LEITE MATERNO 

Mito. As fórmulas contém Alumínio, Magnésio, proteínas e ferro, porém o leite materno tem anticorpos, células vivas, enzimas e hormônios.

 

Dra. Viviane Monteiro é ginecologista e obstetra – Especialista em Medicina Fetal, ultrassonografia em ginecologia e obstetrícia pela CBR e mestre em Ciências Médicas UFF.
Consultório em Ipanema: (21) 2511-4478/ (21) 2259-6652

01.06.2016

6 coisas que mães e pais devem saber sobre a terceira infância

Bebês, Cuidados Diários, Saúde

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Muito se fala sobre os cuidados iniciais com o bebê, mas sabiam que a terceira infância (de 6 a 10 anos) é uma das fases mais desafiadoras não só para as crianças, mas também para os pais? O comportamento dos pequenos passa por muitas mudanças nesse período!

Outro dia nós do Cheguei ao Mundo participamos de um evento muito legal promovido pela TYLENOL® para discutir relações familiares na faixa etária de 6 a 10 anos. O bate papo foi mediado pela Fê e contou com a participação da psicopedagoga Betty Monteiro, do pediatra Hany Simon e do ator e pai de quatro filhos, Márcio Garcia. Foi muito gostoso participar e encontrar outras mamães blogueiras para trocarmos experiências da maternidade!

E como o debate foi superinteressante, fizemos esse post com um resuminho para dividir um pouco com vocês do que rolou por lá! Confiram:

O despertar das vontades e questionamentos – Se você estava contando vitória porque seu filho não era de pedir muitas coisas e se satisfazia com as suas explicações, muita coisa pode mudar nessa fase. Por aqui vivenciamos isso na pele e lidamos diariamente com esse desafio. Betty Monteiro nos explicou que realmente é uma fase de muitas mudanças de hábitos e comportamentos: as crianças começam a explorar suas próprias vontades e muitas dúvidas podem surgir. Nós precisamos estar preparados e atentos para conseguir acompanhá-los no desenvolvimento da sua independência, mantendo a sua segurança. É nessa fase que eles desenvolvem também o princípio da moral e passam a ter entendimento maior de seus atos.

Redes de relacionamentos sociais – Essa é uma fase muito importante para sua rede de amigos e relacionamentos. Devemos incentivar que eles tragam amigos para casa e também devemos deixá-los ir à casa de amigos.

Importância do senso de responsabilidade – A participação dos pequenos nas tarefas diárias foi apontada por Betty como de extrema importância para formação do senso de responsabilidade. O aprendizado mais importante ocorre dentro de casa, e a partir do exemplo e da troca dinâmica no dia a dia eles tem muito a aprender. Ao se sentirem envolvidos em nosso dia a dia eles se sentem mais importantes e começam as entender e agir com responsabilidade. Desde tarefas relacionadas diretamente à criança como arrumar a cama, organizar os brinquedos, até tarefas da casa como passar paninho em algo que esteja sujo, organizar as compras de supermercado ou ajudar em pequenas tarefas na cozinha. É muito importante também que nesse processo as crianças se sintam a vontade em errar, para que entendam os erros como oportunidade de aprender e fazer melhor em uma próxima oportunidade; os pais têm o papel de amparar e guiar, mas precisam permitir esse aprendizado ao dar autonomia para seus filhos assumirem responsabilidades e as consequências.

Aumento de casos de crianças com doenças relacionadas à ansiedade – De acordo com Betty Monteiro, estão aumentando os casos de crianças com ansiedade. Em função da correria dos dias atuais e das multitarefas que pais e mães assumem, não nos damos conta que precisamos respeitar a diferença da realidade de tempo que as crianças têm. Muitas vezes em determinadas atividades as crianças demoram mais do que se nós pais e acabamos não esperando a criança terminá-la e tomamos à frente. Ex: quando eles ganham um presente e começam a abrir no ritmo deles, muitas vezes nós tomamos a frente para “agilizar”. Esse comportamento pode gerar um receio da criança em não atender às expectativas dos pais.

Lidar com assuntos delicados – Nessa fase de questionamentos, a criança passa a querer saber o porquê de tudo e muitas vezes testará o limite dos pais. Betty reforçou que é importante falar abertamente sobre assuntos que estão no dia a dia da família (mortes, relacionamentos, etc.), para que a criança já assimile a realidade de forma natural. Mas conforme levantado pela Fernanda, alguns assuntos de repercussão na mídia que acabam chegando aos ouvidos das crianças podem ser tratados com um simples: isso não é para sua idade.

Qualidade do tempo – Essa vale para todas as idades, mas eles passam a expressar mais a insatisfação nessa fase, verbalmente ou de outras formas. Devemos ter atenção a qualidade do tempo que dedicamos aos nossos filhos, com o uso em excesso de aparelhos celulares as crianças acabam ficando mais angustiadas, pois muitas vezes estamos próximos, mas não saímos do celular.

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(Fotos: Raphael Castello / AgNews)

TYLENOL® PARACETAMOL. MS – 1.1236.3326.. INDICAÇÕES: ANALGÉSICO E ANTITÉRMICO. ADVERTÊNCIAS: NÃO USE TYLENOL® JUNTO COM OUTROS MEDICAMENTOS QUE CONTENHAM PARACETAMOL, COM ÁLCOOL, OU EM CASO DE DOENÇA GRAVE DO FÍGADO.
Data de Distribuição: Maio/2016 SAC: 0800 7286767 ou Serviço ao Profissional 0800 7023522.

28.05.2016

Como escolher o pediatra ideal para o seu filho?

Bebês, Saúde, Saúde, To Grávida

São muitas as preocupações com a gravidez e o parto antes do nascimento do bebê, mas nessa fase também é preciso pensar na chegada do bebê e como serão as primeiras semanas e meses com ele.

E uma das decisões importantes que devem ser tomadas com calma e confiança durante a gravidez é a escolha do pediatra do seu bebê. A relação família-pediatra é baseada na confiança e, para isso, é fundamental que se tenha transparência e respeito.

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Por volta do segundo trimestre da gravidez comece a pesquisar as opções de pediatra, pedir indicações, levantar referências e então marque uma consulta para vocês conversarem. Dessa forma, antes do nascimento do bebê você já terá escolhido com segurança o profissional que irá acompanhá-lo.

Assim como a escolha do obstetra exige uma pesquisa cuidadosa, pois precisa ter uma relação de confiança, segurança e levantamento de muitas dúvidas e informações, o ideal é que o mesmo processo seja aplicado na escolha do pediatra – o dever de casa deve ser feito! E quando falamos da saúde dos nossos filhos,  diversos aspectos estão envolvidos como: alimentação, comportamento, doenças e prevenção. A orientação adequada e boa relação/proximidade com pediatra é fator chave para que os pais se sintam seguros com os cuidados com bebê.

Preparamos algumas dicas para ajudar nessa escolha. Confira!

  1. Determine o que é importante para você – O que você busca em um pediatra? Pouco tempo de espera no consultório, respostas rápidas por whatsapp, convênio, disponibilidade nos finais de semana ou fim do dia, uso de homeopatia? Desses pontos, qual é o mais importante para você? De acordo com seu nível de exigência por requisito você poderá selecionar o pediatra mais adequado às suas necessidades.
  2. Converse muito a respeito – Fale com seus amigos que têm filhos, colegas de trabalho, obstetra, etc. Entenda o que cada um tem a dizer e quais principais atributos destacados para verificar se estão de acordo com as suas preferências.
  3. Agende consultas antes do nascimento – A partir da seleção inicial, marque consultas antes do nascimento para conhecer algumas médicos pessoalmente e tirar todas suas dúvidas. Nessa etapa é importante levar todas as suas perguntas anotadas para assim sentir se aquele profissional está em linha com o que você busca.
  4. Compare os resultados – Depois de coletar dicas de amigos e fazer as entrevistas com base nas suas prioridades (e naquele instinto materno) compare as opções para escolher o seu pediatra.
  5. Não está seguro, mude – Não se sinta mal de trocar de pediatra se não estiver seguro. O principal é a saúde do seu filho, portanto você e o médico precisam ter um bom relacionamento de confiança.
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