
Durante o Setembro Amarelo, mês dedicado à prevenção do suicídio e à
valorização da vida, proponho uma reflexão sobre a relação entre imagem e saúde
emocional.
Como consultora de imagem, acompanho mulheres que, em diferentes fases da
vida, especialmente após a maternidade, deixam de se reconhecer no espelho. A
falta de interesse pela própria imagem não deve ser interpretada isoladamente
como um diagnóstico, mas algumas mudanças de comportamento podem nos
convidar a olhar com mais atenção para nós mesmas e para quem está ao nosso
redor.
A roupa não cura o sofrimento emocional, mas pode funcionar como uma pequena
forma de expressão, cuidado e reconexão com a própria identidade. Ela ajuda a nos
olharmos com mais carinho, afinal se sentir mais bonita é também se sentir mais
forte.
Autocuidado não deve ser uma cobrança e que ninguém precisa enfrentar
momentos difíceis sozinho. Escutar sem julgamentos, conversar e procurar ajuda
profissional são atitudes essenciais.
Se precisar de apoio emocional busca apoio e se possível ajuda profissional.

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